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Stress de Guerra na Imprensa

 

Stress de Guerra na Imprensa

 

O presidente da Direcção Nacional, José Arruda, foi entrevistado pelo Diário de Notícias/Jornal de Notícias sobre a temática do Stress Pós-Traumático de Guerra.

O Stress de Guerra volta a ser notícia, com pormenores sobre o novo Centro de Saúde Mental no Hospital das Forças Armadas.

Os artigos publicados no Jornal de Notícias do passado dia 18 de Abril estão disponíveis para leitura ou consulta nos seguintes links:

 

http://www.dn.pt/portugal/entrevista/interior/jose-arruda-ainda-ha-muitos-veteranos-com-stress-de-guerra-6226361.html

http://www.dn.pt/portugal/interior/um-centro-de-excelencia-para-tratar-mais-cedo-os-traumas-da-guerra-6226353.html

http://www.dn.pt/portugal/interior/queixas-e-reclamacoes-tem-vindo-a-diminuir-6226365.html

 

COMUNICAÇÃO AOS ASSOCIADOS

COMUNICAÇÃO AOS ASSOCIADOS

 

Caros associados(as):

Está em curso mais um processo eleitoral, para eleger os sócios que se disponibilizaram para exercer funções nos diferentes Órgãos Sociais Nacionais e Delegações da nossa Associação para o triénio de 2016-2018.

É tempo, portanto, de cada um refletir sobre este ato em que é dado aos nossos sócios o direito e o dever de se pronunciar, depois da análise e esclarecimentos dos respetivos programas das listas a sufrágio, votando no dia 20 de fevereiro de 2016.

Como sabeis, estas eleições decorrem sob o novo normativo Estatutário e Regulamento Eleitoral que foram aprovados em Assembleia-Geral Nacional realizada em 17 de outubro e 5 de dezembro de 2015.

No mandato que terminará com a nova eleição, foi constituído um GRUPO DE MISSÃO para fazer o diagnóstico da ADFA e apontar metas para o seu futuro. Esse trabalho foi aprovado em Assembleia-Geral muito participada e com um único voto de abstenção.

Aos novos Órgãos Sociais caberá, portanto, dar sequência às orientações desse documento para além de outros projetos que terão de responder a novos desafios que à ADFA se depararão.

A ADFA, felizmente para todos nós, é mais do que uma ideia de organização. É uma realidade de reconhecido mérito que soube, na sua gestação, idealizar o seu propósito e definir de forma muito clara quais os objetivos supremos que haveriam de a nortear. Como todas as instituições, a ADFA também teve os seus momentos altos e outros de algumas dificuldades, mas soube sempre ultrapassar as querelas internas e chegar aos dias de hoje como uma Entidade reconhecida nacional e internacionalmente. O seu espólio assenta num incontável número de ações que promoveu e desenvolveu na sua existência de 41 anos em defesa dos deficientes militares nas mais diversas vertentes que vai desde a defesa de simples direito e reconhecimento de uma indemnização pelos danos sofridos, aos da reabilitação e reintegração social dos deficientes, permitindo a estes e suas famílias o direito de cidadania e viverem com dignidade, coisa que só alguns tinham antes da criação da ADFA.

Estamos conscientes que ainda nem todos os deficientes foram reconhecidos como seria devido, mas caberá à ADFA não desistir de demonstrar a justeza das suas condições.

A ADFA tem sabido responder a todos os desafios, privilegiando a sua proximidade com os deficientes espalhados por todo o Portugal Continental e Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. Para isso, implantou-se nos mais diversos pontos, com a criação de 12 delegações e um conjunto de núcleos que levam a todos os associados o espirito de corpo e coesão da ADFA, de forma direta ou através do Jornal Elo.

Pois, meus caros amigos,

É tudo isto que engrandece a nossa Associação e que lhe dá a força para que, a par da seriedade com que trata os problemas, seja respeitada e reconhecida pelas Instituições do Estado Português que vai desde os representantes de qualquer Autarquia aos representantes dos Órgãos de Soberania Nacional.

Associado e associada

Temos de ser consequentes e para podermos continuar a ADFA com a mesma força com que a criamos há 41 anos, exorto cada um de vós a participar, ativamente, neste ato eleitoral e votar no dia 20 de Fevereiro de 2016.

Não poderemos esquecer que é o voto de cada um de nós que irá legitimar todos aqueles que se candidataram e que, a partir da sua investidura, terão de responder a todos nós.

Dia 20 de Fevereiro, Vota na ADFA!

Um grande abraço,

O presidente da MAGN

Joaquim Póvoas

I Conferência - Cuidados médicos a pessoas dependentes

Cuidados Médicos a pessoas dependentes

Aulas de Pintura

Aulas de Pintura

 

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P 2013

Programa de financiamento do INR, I.P 2013

 

 

Este programa de financiamento visa promover o exercício dos direitos das pessoas com deficiência e a sua qualidade de vida, através do desenvolvimento de projetos anuais que integrem os princípios da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e da Lei n.º 38/2004, de 18 de agosto (Lei de Bases do Regime Jurídico da Prevenção, Habilitação, Reabilitação e Participação da Pessoa com Deficiência.

A ADFA candidatou-se com três projetos em Fevereiro de 2013, o projeto “Construindo Gerações” com o objetivo da promoção da informação e sensibilização da comunidade para a problemática das pessoas com deficiência, o projeto “Desporto para todos e o projecto “Olhar Cultural com a finalidade de promover a participação artística, cultural e/ou desportiva dos associados. 

O custo total dos projetos apresentados foi de 47 602,91 €, o cofinanciamento atribuído de 12 732,48 €.

 

Edite Machado Ribeiro - Serviço de Ação Social Nacional

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