Instituição

Delegação de Bragança

B.F.F. Habitação, Bloco H, 20 r/c Dto.
Mãe d'Água
5300-163 Bragança

Telefone/Fax: +351 273 322412

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N.º de Associados: 220

Esta Delegação abrange o distrito de Bragança e encontra-se sediada em instalações cedidas pela Câmara Municipal de Bragança.

Data de Fundação: 22 de Junho de 1975

Principais Marcos Históricos:

1997 - A Delegação de Bragança organizou, com assinalável êxito, as comemorações do 23º Aniversário da ADFA, levando, à opinião pública e escolas nordestinas, a problemática da deficiência, os objectivos da Associação e a realidade e anseios dos deficientes militares.

A semana em que decorreram, por todo o distrito, as actividades comemorativas, terminou com um significativo encontro de associados, encerrado por um participado almoço.


Encravada nas montanhas do Nordeste transmontano, a antiga cidade de Bragança deu o seu nome à derradeira dinastia de reis de Portugal, a qual descende de um filho ilegítimo de D. João I que se tornou o primeiro Duque de Bragança em 1442.

A cidadela, remota e isolada, data do século XII e está surpreendentemente bem conservada: vale a pena admirar o Castelo, com as suas torres de vigia e calabouços, a "Domus Municipalis" (edifício pentagonal e monumento único da arquitectura civil medieva em Portugal, que servia de local de reunião para os "homens bons" do concelho) ou o pelourinho medieval, formado por uma coluna cuja base é uma porca esculpida em granito.

Dentro da cidadela, a Igreja de Santa Maria exibe um belíssimo portal trabalhado e restaurado no século XVIII.

No exterior das muralhas, a arquitectura religiosa é igualmente notável, como se pode observar na Igreja de São Bento, com magníficas pinturas no tecto, ou na Igreja de São Vicente, primitivamente românica (século XIII) e reconstruída no século XVII, rica em talha dourada e com interessantes painéis de azulejos.

O Museu do Abade de Baçal exibe pinturas, esculturas, mobiliário, trajes típicos e mesmo sinistros instrumentos de tortura.


 

Delegação de Castelo Branco

Quintal de S. Marcos Nº 19 R/C
6000-146 Castelo Branco

Telefone: 272 341 201
Fax: 272 341 201

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Fundação 7 de Março 1975

Horário para expediente:
Todos os dias úteis, das 9.00 horas às 12.30 horas, e das 14.00 horas às 18.00 horas.

N.º de Associados: 800 (Efectivos e Pendentes)

A Delegação encontra-se sediada num edifício cedido pela Câmara Municipal de Castelo Branco inaugurado em 11 de Março de 2006.

Esta Delegação abrange todos os Concelhos do Distrito de Castelo Branco, parte dos Distritos da Guarda, Portalegre, Coimbra e Santarém.



Acerca da cidade de Castelo Branco:

Bordados de Castelo Branco

De inspiração oriental, as colchas de Castelo Branco são conhecidas, pelo menos, a partir de meados do século XVI. De constituição semelhante ás colchas de Toledo e de Guadalupe, foram durante séculos a dignidade do enxoval de qualquer noiva desta região, fosse ela plebeia ou nobre. Bordadas com fio de seda em pano de linho, os seus elementos decorativos têm simbologia singular. Assim, a albarrada representa o lar e a árvore da vida; os pássaros juntos os desposados, quando não estão representados por simbólicos bonecos; os encadeados, a cadeia indestrutível do matrimónio; os cravos representam o Homem, e as rosas a Mulher; os lírios, a Virtude; os corações, o Amor; as gavinhas, a Amizade; a hera, a firme afeição; os jasmins, a virtude da castidade; as romãs e as pinhas, a solidariedade e união da família; os frangos e os galaripos, a prole bendita; e os lagartos, os amuletos da felicidade tão desejada. Encontram-se em exposição e fabrico no Museu Tavares Proença Júnior e loja da Vila, Rua da Misericórdia - Castelo Branco.

Calçadas

Na linha da secular tradição portuguesa, os passeios da cidade apresentam calçadas originais. Os calceteiros ligados à Câmara Municipal adaptaram a sua arte de trabalhar a pedra de basalto e calcário, os motivos decorativos das célebres colchas de Castelo Branco. São os bordados em pedra. A arte sob os nossos pés.

Jardim do Paço

O Jardim anexo ao antigo Paço Episcopal foi mandado construir em 1725 pelo Bispo da Guarda, D. João de Mendonça.
Este Jardim em diversos planos, com seus lagos, cascatas, repuxos, escadarias e estatuária, estão datados numa peanha da estátua do Precursor e na cascata chamada de Moisés ( 1726), edificada para ornamentação e irrigação, com seus aquedutos para distribuição das águas. Este logradouro que o Bispo D. Vicente aformoseou em 1782 "é um terreno quadrangular, com 1450 metros quadrados, dominado por balcões e varandas providas de guardas de barras de ferro com elegantes e espaçados balaústres de cantaria. No seu quadrilongo principal há cinco lagos com bordaduras de cantaria em curvas caprichosas e vistosos jogos de água;
Canteiros de buxo com graciosos desenhos onde predominam as volutas; buxos recortados, de grande porte, com formas paralelipipédicas que outrora eram curvilíneas, e uma profusão de estátuas talhadas no granito regional e dispersas pelos canteiros. È notável o lago grande, com 34metros de comprimento, 11.50 m de largura e 4 metros de profundidade, situado num socalco elevado acima do plano dos canteiros e que era outrora abastecido pela cascata de Moisés, com água fornecida por duas noras que existiam no olival anexo. São também dignos de nota o Jardim Alagado ou tanque floreado com curvas sinuosas e alegretes de flores intercalados, tendo no centro um repuxo de cantaria formado por três golfinhos entrelaçados e sobrepujados por uma coroa; e o Lago das Coroas, grande tanque de cantaria, situado num balcão avarandado e onde existiam três repuxos iguais aos do Jardim Alagado, donde lhe proveiro o nome. Os repuxos do Lago das Coroas foram reconstituídos em 1939, por haverem desaparecido os primitivos".
Na escadaria dos Reis vêem-se as estátuas de todos os nossos monarcas, desde o Conde D. Henrique até D. José I, com a circunstância curiosa de serem de menor tamanho do Cardeal Rei e dos Filipe. O facto de o último Rei aqui representado ser D. José, faz-nos supor que esta galeria fosse obra do 1º Bispo de Castelo Branco, Dr. Fr. José de Jesus Maria Caetano ( 1771 – 1782 ). Espalhadas profusamente pelos Jardins, numerosas outras estátuas representam os Novíssimos do Homem, as virtudes Cardiais, as Virtudes Teologais, os Signos do Zodíaco, as cinco partes do Mundo, as Estações do Ano, os Evangelistas, os Doutores da Igreja, os Apóstolos, e outras alegorias mais.


Breve descrição de Castelo Branco

Quem visita Castelo Branco pode observar duas áreas distintas: a antiga vila medieval, com as suas ruas estreitas e íngremes e onde se podem ainda admirar muitas portadas manuelinas, e uma grande zona moderna, característica de uma cidade em desenvolvimento.

Castelo Branco ergue-se na encosta de um monte que domina uma região planáltica; daí a sua função histórica como fortaleza defensiva de que é testemunha o castelo, de onde se avista um panorama que vai até à fronteira e às vertentes da Gardunha, vendo-se ainda o curso superior do Tejo.

Porém, a maior atracção da cidade é o extraordinário Jardim do Paço, criado no século XVIII pelo bispo João de Mendonça. De desenho formal, a sua singularidade reside nas abundantes estátuas de granito que surgem entre as alamedas de buxo, ladeando escadarias ou mirando-se nas águas do lago; de estilo barroco, representam apóstolos e santos, monarcas, leões, os signos do Zodíaco...

Vale também a pena visitar o Paço Episcopal, que agora aloja o Museu Proença Júnior (peças arqueológicas, tapeçarias do séc. XVI, etc.), o Museu de Arte Sacra, o belo Cruzeiro de S. João (quinhentista) e toda a parte velha.

Em termos gastronómicos, o queijo da região é conhecido, e no que se refere ao artesanato destacam-se as famosas colchas de Castelo Branco, trabalhos artísticos feitos com fio de seda natural sobre fundo de linho caseiro e cujos motivos apresentam uma simbologia própria.

 

Delegação de Coimbra

Av. Fernão de Magalhães, 429 A, 6º F

3040-181 Coimbra

Telefone: +351 239 814644

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N.º de Associados: 963

Esta Delegação é a que abrange, na sua área geográfica, concelhos incluídos no maior número de distritos, dado que se espalham pelo de Coimbra e por parte dos de Aveiro, Castelo Branco, Guarda, Leiria, Santarém e Viseu e encontra-se sediada em instalações próprias.

Funciona nesta Delegação a secção de Campismo, que trata de todos os assuntos com ele relacionados: cartas de campista (emissão e renovação), incluindo jovem e internacional.

Existe uma carrinha de 9 lugares, para apoio à Delegação e aos seus associados.

Acessibilidade: Sim

Data de Fundação: 4 de Junho de 1974

Principais Marcos Históricos:
1976 - Realização do I Congresso da ADFA e de uma Assembleia Geral Nacional.
1977 - Arranque, com uma prova de mar, a Secção de Pesca Desportiva, que ainda se mantém activa e dinâmica.
1982 - A Delegação integra a Comissão de Honra, nas provas pré-Olímpicas de Atletismo para Deficientes.
1992 - Realização das comemorações do 18º Aniversário da ADFA, com eventos oficiais, culturais e lúdicos, em Coimbra, Figueira da Foz e Mogofores.
1997 - Realização, em Castro de Aire, do 1º Acampamento Nacional do Deficiente.
1998 - Ocorre na cidade de Coimbra, depois de uma Assembleia Geral Nacional, uma marcha silenciosa, desde a Faculdade de Economia até à Praça Heróis do Ultramar, com divulgação pública das reivindicações da ADFA e colocação de uma coroa de flores, junto do monumento respectivo.
1998 - Realização, em Santa Maria da Feira, do 1º Acampamento da ADFA, integrado nas comemorações do 24º Aniversário.
1999 - Inauguração do Núcleo de Aveiro Sede da mais antiga universidade de Portugal, Coimbra é uma cidade sobretudo animada pelos estudantes que vivem e estudam aqui, mas está também cheia de monumentos e tesouros históricos e conta com um comércio movimentado e a presença vibrante do Mondego, o "Rio dos Poetas" como os habitantes locais lhe chamam orgulhosamente, oferecendo ao visitante a beleza das suas margens e alimentando os campos férteis do vale circundante.


Coimbra

No coração da cidade, é imprescindível conhecer a Universidade (fundada em 1537), com o seu Museu de Arte Sacra, a deslumbrante Capela de São Miguel e a Biblioteca Joanina (século XVIII, em talha dourada e madeiras exóticas e com 300 mil volumes); as duas catedrais, nomeadamente a imponente Sé Velha em estilo românico, o Arco de Almedina (século XII) e a histórica Igreja de Santa Cruz (com os túmulos dos dois primeiros reis de Portugal), entre muitos outros edifícios de interesse.

Do outro lado do Mondego, os conventos de Santa Clara-a-Velha e de Santa Clara-a-Nova prestam homenagem à padroeira da cidade, a Rainha Santa Isabel (1271-1336), mas o local está também ligado à memória da infeliz amante de D. Pedro I, Inês de Castro, que aqui teria sido apunhalada até à morte.

Debruçado sobre o Mondego, o maior Jardim Botânico de Portugal foi criado em 1772 e inclui numerosas espécies raras e exóticas.

Os mais novos gostarão seguramente do Portugal dos Pequeninos, um parque com modelos à escala infantil de casas típicas portuguesas, mansões, pagodes e templos.

Coimbra oferece muitos outros sítios a explorar e um vasto calendário de eventos culturais e de diversão, mas torna-se especialmente apetecível em Maio, quando os estudantes celebram o final do ano académico com a tradicional Queima das Fitas, enchendo as ruas de música e animação esfuziante.

Delegação de Évora

Rua dos Penedos, 10 C
7000-712 Évora

Telefone/Fax: +351 266 703473

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N.º de Associados: 369

A Delegação abrange uma área que cobre o distrito de Évora, e parte dos de Beja e Portalegre e encontra-se sediada em instalações cedidas pelo Comando da Região Militar Sul.

Tem um Bar / Restaurante, que funciona das 8h às 18h. Abre aos Sábados por solicitação prévia de grupos.

Está em estudo a instalação de um posto médico nesta delegação.

Acessibilidade: Sim

Data de Fundação: Maio de 1975

Clique aqui para conhecer a Secção de Orientação

Évora

Rodeada de planícies no coração do Alentejo, com o seu centro histórico e a atmosfera única dos velhos bairros, Évora foi declarada, com toda a justiça, Património Mundial pela UNESCO em 1986.

A cidade, cingida por muralhas românicas, medievais e do século XVII, já era importante na época dos romanos, como pode ser visto pelas ruínas do emblemático Templo de Diana, erguido no século II ou III.

A animada Praça do Giraldo exibe arcadas em estilo árabe e uma fonte que data de 1571, e constitui local de encontro sobretudo em dias de mercado. Dali, parte-se em descoberta das mais de 20 igrejas e mosteiros da cidade, de artérias antigas com nomes curiosos ou da turística Rua 5 de Outubro, com lojas a vender artesanato que vai dos tachos de cobre a produtos esculpidos em cortiça.

Évora tem excelentes restaurantes e o visitante pode ficar alojado, por exemplo, no Convento dos Lóios, que data do século XV e foi transformado numa luxuosa pousada.

A Sé, construída entre 1186 e 1204, inclui uma entrada gótica com estátuas dos Apóstolos, um altar-mor do século XVIII e muitos outros tesouros de arte sacra; a igreja de São Francisco, do século XV, é sobretudo conhecida pela fascinante mas algo sinistra Capela dos Ossos, feita com os restos mortais de monges.

Mas Évora é também uma cidade alegre, principalmente devido à sua Universidade. Os Jesuítas abriram ali um colégio em 1559, mas foram banidos e a escola fechada no século XVIII; agora, faz parte da nova Universidade, com o seu claustro elegante, uma capela em estilo barroco e magníficos azulejos.

 

Delegação de Faro

Praça da Alfarrobeira, n.º 4 A
8000-503 FARO

Telefone/Fax: +351 289 828515

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N.º de Associados: 419

A área geográfica da Delegação correspondente ao distrito de Faro, encontrando-se a Delegação sediada em instalações cedidas pela Câmara Municipal de Faro.

Data de Fundação: 7 de Abril de 1979


Faro

O clima, a paisagem e a cultura do Algarve tornam esta região diferente do resto de Portugal. Nas últimas décadas, tornou-se um destino de férias popular tanto entre os turistas de todo o mundo como entre os próprios portugueses. Os resultados são evidentes: a zona ainda proporciona um clima privilegiado, óptimas praias e água do mar tépida, mas o litoral foi invadido por estâncias turísticas, com os seus hotéis, restaurantes e multidões que pouco respeitam os costumes do Algarve que ainda sobrevivem.

Todavia, se gosta de sítios cosmopolitas, o Algarve oferece uma vasta escolha nessa área: sol durante quase todo o ano, praias de areia branca e uma enorme variedade de atracções e diversões turísticas, desde desportos naúticos e golfe até discotecas e casinos sofisticados.

Mas ainda pode explorar locais menos conhecidos: o mercado da cidade piscatória de Olhão, as grutas e águas transparentes de Lagos, a ainda pouco frequentada praia e vila de Aljezur, com o seu castelo mouro do século X, ou a península isolada de Sagres, debruçada sobre o Oceano Atlântico e rodeada de praias ainda quase desertas.

O Algarve é delimitado por montanhas, a norte, onde outras surpresas nos aguardam. Tal é o caso da pequena e pitoresca localidade de Alte, com soberbas vistas sobre montes ondulantes, ou Alcoutim, com o castelo do século XIV e cenários idílicos.

O que quer que se faça no Algarve, existe sempre a escolha entre praias banhadas pelo sol e as paisagens ainda selvagens das serras. O aeroporto internacional fica em Faro, a capital do distrito.

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